Do site Comunique-se:
"O Audit Bureau of Circulations anunciou na segunda-feira (28/04) que os números de circulação de 534 jornais diários dos EUA, de segunda a sexta-feira, caíram 3,6% em seis meses, período que terminou de ser contabilizado no dia 31/03, se comparado com o registrado entre setembro de 2006 a março de 2007. Para o escritório que faz auditagem de circulação dos jornais americanos, o resultado pode ser um sinal da migração dos leitores para a internet.
A queda de circulação dos jornais, em seis meses, até 31/03/07 foi de 2,1% e de 2,6%, também no período de um ano, contados até novembro do ano passado.
Os jornais de maior circulação nos Estados Unidos que apresentaram maiores quedas no último ano foram o Los Angeles Times (5,1%), The Arizona Republic (4,7%), Chicago Tribune (4,4%) e New York Times (3,9%). A informação é do Wall Street Journal".
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Webjornais ganham (mais) espaço
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Informação, navegação & transação
Esta eu peguei do Blog do GJol, e transcrevo por interessante:
"Um estudo realizado no Penn State's College of Information Sciences and Technology pelo Prof. Jim Jansen colocou essa pergunta, analisou mais de um milhão e meio de buscas feitas na web e concluiu que queremos basicamente três coisas quando pesquisamos na web: informação, navegação ou transação.O professor Jim Jansen, auxiliado por dois estudantes de graduação, Danielle Booth e Amanda Spink, do Queensland University of Technology, usou uma tecnologia que automatizou a coleta e análise dos dados em tempo real, através de uma amostragem de acessos nos principais motores de buscas, com uso do meta-buscador Dogpile .Os resultados indicaram que 80% das buscas são de caráter informacional, ou seja direcionadas para um fato ou tópico específico; os outros 20% distribuem-se, de forma mais ou menos equitativa entre buscas navegacionais (direcionadas para localizar um site específico) e transacionais (direcionadas para a compra de determinado produto ou serviço).O pesquisador acredita que os resultados são importantes para os criadores de mecanismos de buscas e para gestores do comércio online.O estudo, intitulado "Determining the informational, navigational and transactional intent of Web queries", vai ser publicado na edição de maio 2008 da revista Information Processing & Management, mas pode desde já ser acessado online, em PDF.Via redOrbit".
terça-feira, 22 de abril de 2008
Seminário Tendências do Jornalismo Online
Seminário Tendências do Jornalismo Online será no dia 10 de maio O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS, através do Núcleo de Webjornalistas, promove no dia 10 de maio o seminário 'Tendências do Jornalismo Online', das 13h30min às 18h30min. No plenarinho da Assembléia Legislativa do RS, em Porto Alegre, vão estar nomes como Paulo Gilvane Borges, diretor-geral da Agência Radioweb, Pedro Dias Lopes, editor-chefe da ZeroHora.com, Mary Silva, editora-executiva do portal Ziptop / JornalNHOnline, Telmo Flor, editor-chefe do site do Correio do Povo e chefe de redação da versão impressa, e Sérgio Lagranha, editor-chefe do site e jornal Diário Popular, de Pelotas. Vagas limitadas. O investimento é de R$ 10 para estudantes, R$ 30 para público em geral, e gratuito para estudantes e jornalistas sindicalizados, em dia com as mensalidades. Quem desejar receber certificado após o evento deve solicitar no momento da inscrição. As inscrições devem ser feitas com antecedência, mesmo para quem é isento de taxa. Para salvar a ficha de inscrição, clique aqui com o botão direito do mouse, em seguida 'Salvar destino como', preencher e remeter para a Secretaria do Sindicato. Mais informações com Neusa Nunes, da coordenação do Núcleo Web, pelo 51-3226-0664, à tarde, ou pelo email neusanunes@jornalistasrs.brte.com.br.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
prêmio para os formandos 2007
A Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) está recebendo as inscrições para a III edição do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo. O objetivo é reconhecer a contribuição de estudos e pesquisadores que fortalecem o jornalismo como campo de conhecimento científico no Brasil. Para a edição 2008, poderão concorrer os trabalhos apresentados/defendidos no ano pleno de 2007 (de 01 de janeiro a 31 de dezembro), desde que não tenham sido publicados integralmente e/ou premiados em outros concursos.O prêmio destina-se a reconhecer a qualidade do trabalho acadêmico realizado nas universidades ou nos centros/institutos de pesquisa credenciados/reconhecidos pelo MEC, valorizando a atuação individual dos pesquisadores. Sua finalidade é identificar anualmente quais os pesquisadores que apresentaram contribuições relevantes para o campo da pesquisa em jornalismo, de modo a construir/consolidar a identidade desse campo científico.O Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo é atribuído em quatro modalidades: A. Iniciação Científica, que premiará a melhor pesquisa em iniciação científica ou monografia de conclusão de curso no campo do jornalismo;B. Mestrado, que premiará a melhor dissertação de mestrado no campo do jornalismo;C. Doutorado, que premiará a melhor tese de doutorado no campo do jornalismo.D. Sênior, que premiará a trajetória acadêmica e a contribuição do pesquisador para o campo do jornalismo.O Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo, que será entregue durante o 6º Encontro Anual da SBPJor, consiste em “Diploma e placa ao agraciado e a seu orientador nas categorias Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado”, além do homenageado na categoria Sênior.A avaliação dos trabalhos inscritos será feita com base nos critérios de (1) mérito científico, (2) adequação ao tema ao campo do jornalismo, (3) metodologia, (4) uso correto da bibliografia, (5) originalidade e (6) inovação conceitual/teórica ou experimental/aplicada sobre o jornalismo.
outras informações: http://brciberjornalismo.blogspot.com/
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Dia Nacional dos Jornalistas
Transcrevo a seguir a mensagem repassada pelo coordenador do curso de Jornalismo da Univates, Sandro Kirst, aos alunos, mensagem esta recebida do Sindicato dos Jornalistas do RS.
Nesta segunda-feira, 7 de abril, é comemorado o Dia Nacional dos Jornalistas. Mesmo tendo o diploma questionado desde outubro de 2001, quando uma juíza de São Paulo extinguiu a obrigatoriedade de formação superior para exercer a profissão, os jornalistas brasileiros precisam lembrar de sua função na construção da sociedade e fazer do seu dia, um momento de mobilização em defesa da obrigatoriedade do diploma de curso superior de Jornalismo.
Não podemos negar que sofremos quando vemos 'falsos' jornalistas exercendo nossa função de direito. Cada dia mais, a área de Jornalismo requer profissionalismo, o que só é adquirido com formação especifica, espírito crítico, discernimento, intimidade com o jargão jornalístico e com a linguagem dos meios de comunicação. Esse conhecimento se adquire primeiro na faculdade, depois no dia-a-dia, como em qualquer profissão.
O momento também é de questionamento e reflexão já que no corre-corre das redações e assessorias de Imprensa, muitas vezes, esquecemos por que escolhemos a profissão. Qual foi o motivo? Quais eram os ideais? Essa reflexão é necessária porque nossa função abrange muito mais do que colher as informações e divulgá-las. Ser jornalista é saber que somos responsáveis pela informação que chega diariamente aos lares brasileiros e que, a partir dela, haverá a construção de uma sociedade. Temos que ter em mente que em muitas escolas do País, jornais e revistas são utilizados como material didático e de pesquisa. Neste, pequeno exemplo, podemos verificar a força de nossa profissão e a necessidade da formação superior para exercê-la.
Devemos ter consciência que somos formadores de opinião e para colaborarmos na construção de uma sociedade criteriosa e integra dos seus direitos e deveres, precisamos buscar os fatos sem distorcê-los. Ética também se aprende na faculdade. A grade curricular de cursos superiores de Jornalismo, Direito, Engenharia Civil e Nutrição trazem disciplinas referentes à ética.
Ser jornalista é colaborar na construção da história desse País. Reflita, lute por seu direito ao diploma de Jornalismo e ao direito do leitor, telespectador e radiouvinte a ter acesso à informação de qualidade. Viva de maneira plena a profissão.
* Direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Mestrado em Jornalismo na Federal de Santa Catarina
quinta-feira, 3 de abril de 2008
agora, chega de festa e vamos trabalhar. Aproveite enquanto as noites são bem dormidas.
Portanto, estou passando para indicar um texto de Luiz Weis, no Observatório da Imprensa que aborda a questão jornalismo on line e impresso, postado ontem (02/04).
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/blogs.asp?id={A6D722AE-1DC7-4E35-B26F-CA3C44B87197}&id_blog=3
terça-feira, 1 de abril de 2008
Momentos especiais

Lambida censurada
segunda-feira, 31 de março de 2008
Pós-graduação em Jornalismo em Mídias Digitais
I Congresso de Informática, Educação e Tecnologia
Web Design – Criando Projetos Interativos, só para citar algumas.
Bom, o link com maiores informações é o http://www.regiaodosvales.com.br/congressoinfo/index.php?link=1916
quinta-feira, 27 de março de 2008
Vêm aí o casamento e o Pedro!
Demétrio de Azeredo Soster e Fabiana Piccinin casam no próximo sábado, dia 29 de março, em Faxinal do Soturno. De quebra, o casal já curte a reta final da gravidez, esperando o já grande garotão Pedro. "Nome bíblico", justifica o profe. A propósito, seria bom modificar, bem em breve, o currículo no rodapé do nosso blog: de namorado para "marido" e de pai para "pai-coruja".
Google quer ampliar acesso à internet (Wi-Fi)
"O novo passo [do Google] foi dado em uma carta à Federal Communications Commission (FCC) uma semana após o leilão da faixa de freqüência de ondas de 700 megahertz. Essas freqüências, que serão abandonadas pelas redes de TV quando elas se converterem dos sinais analógicos aos digitais, em 2009, têm grande alcance e são capazes de penetrar paredes espessas. O leilão é visto como última chance para que novos concorrentes ingressem no mercado de comunicação sem fio." (Reprodução de trecho da notícia da ABERT).
As empresas AT&T e a Verizon Wireless venceram o leilão e devem manter o atual "padrão comercial" do acesso Wi-Fi. O propósito do Google é criar um "espaço-branco", ou seja, uma porção não utilizada do espectro das ondas de TV que fica entre as faixas regulamentadas. Segundo o Google e outras empresas de tecnologia, esta nova faixa permitiria o acesso em alta velocidade. E pelo que percebi, GRATUITO. As emissoras de televisão discordam e temem interferências no sinal.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Jornalistas adotam conceito de "Blog Carnival"
A periodicidade é definida pelos blogueiros participantes. A partir daí, eles publicam seus textos baseados no tema escolhido para aquele período. A cada tema, os textos são referenciados em um blog diferente, que oferece uma espécie de "guia de leitura", resumindo cada texto com o link para o endereço do blog de origem. A divulgação do blog e o número de visitações cresce a partir deste guia.
A primeira iniciativa do gênero foi o "Carnival of Vanities", lançado em 2002. Mas a idéia só se espalhou pelo mundo em 2005. Há "blogs carnivals" sobre vários assuntos, ciência, economia, comunicação, entre outros.
A primeira edição reuniu textos sobre jornalismo online, a segunda abordou o mercado de trabalho jornalístico. A cada mês um tema e um "host", blogueiro responsável pelo guia de leitura, são escolhidos. O termo "ciranda" se explica pela publicação dos artigos a cada mês em um blog.
"A proposta de poder discutir jornalismo é extremamente importante. A discussão envolve acadêmicos e profissionais e a troca de experiências é grande", avalia Ceila Santos, freelancer da área de TI e Telecom e fundadora do site Desabafo de mãe.
Qualquer jornalista ou estudante de comunicação pode participar. Basta entrar em contato com qualquer um dos participantes, seja em seus blogs ou na lista de discussão, escrever um artigo relacionado ao tema proposto e postá-lo em seu blog pessoal. Em seguida, é necessário um contato com o blog responsável pelo "guia de leitura", que hospeda os textos naquele período, enviando o link para o organizador. Ele irá disponibilizar uma breve informação sobre o material no post guia.
sábado, 15 de março de 2008
As mídias convergem, se adaptam e sobrevivem
"Quando a TV surgiu no Brasil, na década de 1950, anunciaram a provável morte do rádio e do cinema; com a chegada da internet, anunciou-se o possível fim dos jornais impressos. Ao final de tudo, todos sobreviveram. Por conta da televisão, o rádio abriu mão da radionovela e das notícias como foco principal; voltou-se para a música e sobreviveu. Nos dias atuais, ele retoma as notícias, com emissoras voltadas exclusivamente para isto, servindo de grande valia para os milhares de motoristas que estão parados no trânsito das grandes metrópoles, um nicho que não existia na década de 1950. A evolução mostra que há espaço para todos desde que cada um se adapte às mudanças que acompanham uma sociedade."
Cada meio, devido ao seu formato possui suas características específicas, mas nada os impede de agregar as idéias um do outro. A televisão, por exemplo, nasceu com o entretenimento e absorveu a notícia do rádio. A evolução e acesso à tecnologia e o aumento da informação da população fez da convergência de veículos um caminho normal da adaptação da comunicação. O mundo hoje é interativo e o que é exclusivo de um pode, através do processo evolutivo, se tornar comum para outro.
Leia notícia completa em http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=476DAC001
sexta-feira, 14 de março de 2008
Os 7 mitos do jornalismo on-line
Como um meio relativamente novo, a mídia on-line carrega alguns mitos. Através de enquete, com os leitores da newsletter da Escola de Comunicação, foi possível listar os sete mitos do jornalismo on-line.
O mito mais apontado foi de que no jornalismo on-line não há espaço para grandes reportagens. Outro diz respeito ao jornalismo colaborativo. A independência jornalística, apesar de muito pregada por acadêmicos, é considerada por muitos como um mito da profissão. Confira a lista:
| primeiro mito |
| "O jornalista é ameaçado |
O jornalismo colaborativo abre um espaço para o cidadão falar e mostrar assuntos e fatos que, muitas vezes, não pode ser explorado pelo jornalista, já que há uma infinidade de notícias e o jornalista não consegue noticiar todos os fatos de uma determinada região.
"O jornalismo colaborativo prevê a elaboração em conjunto. Não vejo como uma ameaça, não existe a substituição do jornalista", analisa Marcos Palácios, professor da Universidade Federal da Bahia e coordenador do grupo de Pesquisa em Jornalismo On-line da Facom.
Caique Severo, diretor de Conteúdo do IG, acredita que o jornalismo colaborativo abre novas possibilidades. "O jornalismo colaborativo não é conflitante ou excludente. Acrescenta-se ao conteúdo natural", afirma.
| segundo mito |
| "No jornalismo on-line há |
Assim como nos demais meios, o jornalismo on-line também segue uma hierarquia. É o caso de blogs de jornalistas, que possibilitam grande liberdade e independência. Mas se um profissional trabalha em grande veículo e seu site pessoal é conhecido, nem todo conteúdo pode ser bem visto pela empresa em que trabalha.
Foi o caso do produtor da CNN, Chez Pazienza, que após publicar um post em que citou a emissora, foi demitido por não pedir autorização para tal citação. A CNN considerou o post ofensivo e afirmou que o produtor, que trabalhava desde 2003 na rede, não pediu autorização para citar o nome da emissora.
"Nas empresas jornalísticas, on-line, os jornalistas não têm maior liberdade que em outros meios, há diretores e editores, assim como em outros meios", afirma Palácios.
| terceiro mito |
| "Não há espaço para grandes reportagens" |
Há um consenso entre os jornalistas que as matérias on-line devem ser curtas e objetivas, mas isso não impede que grandes reportagens possam fazer parte do jornalismo on-line. Em fatos marcantes, grandes reportagens e matérias com várias angulações podem satisfazer o desejo do leitor de explorar melhor o fato. "Na Internet a possibilidade de aprofundamento é ilimitada, não há limite espacial, nem cronológico. O segredo é a combinação multimídia", afirma Palácios.
Para Severo, na Internet há espaço para grandes reportagens, como em fatos que tenham grandes desdobramentos, como é o caso das eleições americanas. "Enviamos um repórter, Paulo Moreira Leite, para fazer a cobertura das eleições nos Estados Unidos. Ele sempre atualiza o portal com novas informações", conta.
A maioria dos sites que mantém grandes reportagens na rede são as revistas. É o caso da Scientific American, que tanto na versão brasileira, como em todas as suas 14 versões internacionais, mantém grandes reportagens em versão multilinear, com navegação por até dez páginas numa mesma matéria.
Outro exemplo recente é o da Revista Amazônia, iniciativa do Estadão de grandes reportagens. A versão on-line traz, além de matérias com várias angulações, imagens, vídeos, infográficos, mapas, artigos, quiz e fórum. "Isso levanta a questão do design da informação. O design deve ser palatável para o leitor", avalia Marcos Palácios.
| quarto mito |
| "Quanto mais rápido a matéria sair, melhor" |
A pressa pela publicação pode gerar informações distorcidas ou equivocadas. Eventos inesperados, como acidentes são exemplos.
No caso do acidente com o vôo 3054 da TAM, as primeiras informações que chegavam pelos portais eram desencontradas. A agência Investnews chegou a afirmar que um "angar" (sic) da TAM havia pegado fogo e fechado o aeroporto.
"A velocidade do jornalismo on-line é a velocidade da ocorrência dos fatos. Mas não se deve sacrificar a qualidade em favor da velocidade", completa Severo.
| quinto mito |
| "Erros são perdoáveis devido à pressa" |
Este é consequência do quarto mito. A apuração é algo inerente ao jornalismo. A velocidade do jornalismo on-line não deve pular esta etapa essencial. É raro alguém acessar a página de erratas de um jornal para conferir as informações. Por este motivo é importante verificar as informações antes de publicar.
| sexto mito |
| "A barra de rolagem inibe a leitura" |
Durante muitos anos, equipes de design primavam por um layout que evitasse ao máximo o "scroll" vertical das páginas. A popularização dos blogs certamente contribuiu para quebrar este paradigma: as primeiras páginas de alguns portais brasileiros trazem conteúdo relevante em áreas bem distantes da manchete principal. Experiências internacionais como o Clarín, da Argentina, ou o 20 minutos, da Espanha.
Um artigo do espanhol Eduardo Marchón, consultor de usabilidade, escrito no site Ainda, traz o seguinte trecho: "Nem sempre é preciso evitar o scrollbar. Não deve existir scroll para visualizar os conteúdos visitados mais freqüentemente, mas o resto de conteúdos não existe nenhum problema em que precisem do scroll. Desta forma o scroll passa a ser uma ferramenta de hierarquização dos conteúdos de uma página segundo a sua importância e freqüência de utilização".
| sétimo mito |
| "É preciso muitas imagens para atrair o leitor" |
Recursos multimídia não faltam. Imagens são bem vindas, mas, além deste, outros recursos podem ser explorados como vídeos e podcasts. De acordo com pesquisa do Instituto Nielsen o texto chama a atenção do leitor antes das fotos, o oposto do que acontece na mídia impressa.
quinta-feira, 13 de março de 2008
ONU treina jornalistas para zonas de guerra
Durante uma semana 20 jornalistas, do Brasil e do exterior, serão treinados para atuar em áreas de conflito e cobrir operações de paz da ONU.
Situações de risco
Os jornalistas experimentarão situações de risco enfrentadas por um repórter numa área de conflito através de simulações em um país fictício, chamado Tudistão, ambientado nas instalações do Ciop, no Rio de Janeiro.
De acordo com a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, o trabalho em áreas de conflito está se tornando cada vez mais perigoso para jornalistas.
Devido à grande procura pelo curso, o Unic-Rio prometeu uma segunda edição para o segundo semestre.
quarta-feira, 12 de março de 2008
Senado aprova criação da TV Pública
Em sessão tumultuada na Casa, parlamentares da oposição se retiram do plenário
Em uma sessão tumultuada e que durou mais de oito horas, o Senado aprovou na madrugada desta quarta-feira, em votação simbólica, a criação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
A medida provisória que cria a gestora da TV pública foi aceita depois que um acordo viabilizou a desobstrução da pauta com a votação de três outras MPs...
O restante da novela pode ser acessado por meio do link abaixo.
Tirei da edição de 12/03 da Zero Hora
segunda-feira, 10 de março de 2008
Publicidade na web cresce 45,7% no Brasil
O salto, de 45,7%, fez da internet o meio que mais cresceu na publicidade brasileira no ano passado. Para o mercado em geral, o percentual ficou em 9%. O levantamento, assinado pela PricewaterhouseCoopers, é feito para a Editora Meio e Mensagem.
Com esse faturamento, a internet respondeu por 2,77% do que se investiu em publicidade no país. Assim, a fatia da web se aproxima da TV por assinatura (3,36%) e do rádio (¨4,04%).
Levando em conta que há 39 milhões de internautas no país, esses 2,77% estão muito longe de corresponder à importância que a internet tem hoje em dia entre os brasileiros, campeões usuais de permanência na rede.
Tirei essa matéria do Blog de Sandra Carvalho ,
que postou em 04/03/2008, às 13:09
